Há relógios que se usam durante uma temporada. E há relógios que ficam para sempre. A coleção Old Money da Lotus é um desses que sabemos que vão envelhecer bem desde o primeiro momento em que os vemos. Ou pelo menos era o que se pensava, até começarmos a olhar para os detalhes e descobrirmos que toda a coleção joga nessa liga: a do que permanece.
A Lotus faz isto há quase cem anos. Nasceram em 1925 e, desde então, fabricam relógios que passam de pais para filhos. Os Old Money são a última paragem dessa viagem.
Assim são os Lotus Old Money
Se se aproximar de um Lotus Old Money, a primeira coisa que nota é que não precisa de chamar a atenção. Simplesmente está lá. E quando repara bem, começa a entender porquê.
Caixas redondas e tamanho contido
A coleção aposta no clássico. Caixas redondas de aço inoxidável, com diâmetros contidos, daquelas que deslizam discretamente sob o punho da camisa. Existem com acabamento prateado e também com banho dourado, para quem procura um toque quente sem estridências.
Mostradores limpos e legíveis
A Lotus cuidou do mostrador. Números árabes em alguns modelos, índices noutros. Mas sempre com essa vocação de serem legíveis num relance. O importante aqui é a hora, e vê-se bem.
Todos protegidos com cristal mineral, aquele que aguenta o dia a dia sem complicações.
Duas vidas: aço ou pele
O interessante dos Old Money é que pode escolher a personalidade que mais gosta. Há os que têm bracelete de aço, daquelas que soam sólidas ao fechar, com fecho desdobrável para que não se movam do pulso. E há os que têm correia de pele, que lhe dão aquele ar mais sereno, mais de tarde, mais de domingo.
Duas formas de viver o mesmo relógio. Você escolhe.
Com data e sem complicações
A maioria dos modelos incorpora uma janela de calendário. Aquele detalhe que se agradece quando se vive com pressa e se precisa de saber o dia sem tirar o telemóvel.
E funcionam com movimento de quartzo. Sem manutenções nem complicações. Pilha e andar. Porque há quem prefira a precisão sem dar voltas ao assunto.
Para o dia a dia
Aguentam 5 atmosferas. Suficiente para lavar as mãos, para ser apanhado por um aguaceiro, para a vida sem se preocupar se se aproximou demasiado da água. Não é um relógio de mergulho, é um relógio de viver.
A colaboração com Susana Bicho
E nesta coleção aparece Susana Bicho. A influencer, criadora de conteúdo e empresária — fundadora da Womo e Momo Studio, e apresentadora do podcast “La sobremesa” — pôs o seu olhar sobre os Old Money. Não para os redesenhar, mas para os contar. Para os aproximar de quem talvez não soubesse que um Lotus podia ser também seu.
Ela, que já foi embaixadora de marcas como Springfield, entende de conexão. De saber que história contar. E com a Lotus, a história era clara: a de um relojoeiro espanhol de prestígio que continua a fazer as coisas como sempre, mas chegando a quem antes não chegava.
A Susana emprestou o seu rosto e o seu critério. A Lotus emprestou a tradição e um catálogo que leva quase um século a fazer as coisas bem. O resultado é uma aliança que fala do mesmo: de elegância sem artifícios, de coisas bem feitas que duram.
Um clássico espanhol
A coleção Lotus Old Money é isso: um punhado de relógios que percebem do clássico sem aborrecer. Que convivem consigo no dia a dia e que, daqui a uns anos, continuarão lá. Com as marcas justas, com aquele brilho suave que o uso dá, com a mesma correia ou com outra que lhe coloque.
Susana Bicho viu-o claramente. E agora, quando vir um, talvez pense nela. Ou talvez pense em si. Em como um relógio pode ser apenas um relógio, ou pode ser algo mais.
Como dizia alguém por aí: os clássicos nunca passam de moda. Apenas esperam que os descubra.
